
Nós costumamos ter a crença de que o amor supera todas as dificuldades dentro de uma relação. Porém, é necessário que se compreenda de que o amor não é igual para todos e que cada um de nós tem um limite, que conseguimos atingir dentro deste "universo" chamado amor.
As dificuldades são encaradas de formas diferentes entre nós...Isto ocorre de acordo com nossos valores de referências que são formados principalmente pela: educação, família, cultura, profissão, filosofia de vida e religião. Por isto, a evolução da sociedade como um todo, também traz modificações em relação ao "amor que supera tudo".
São os valores e as crenças internas que os motivam para uma ou para outra condição. Uma pessoa que tem medo de solidão pode confundi-la com amor e passar por cima de tudo e manter a relação; outra pode querer manter uma condição social ou financeira e em nome disso dizer que ama e que perdoa tudo; outra pode pensar que os filhos crescerão em uma família desfeita e que por isso sofrerão; outra pode se achar incapaz de se relacionar novamente e aceitar o que está ruim, dizendo que faz isso porque ama...
Desta forma, fica difícil separar o amor de todos os conteúdos internos mal resolvidos e jogar para o amor a força da aceitação, quando muitas vezes a aceitação vem da fraqueza perante o de se sentir incapaz de transformar tais conteúdos.
Assim, penso que o amor deve superar aquilo que em nós é de acordo com nossos ideais de crescimento dentro da relação, aquilo que não é contra, que não fere de fato os valores que nos sustentam como seres dignos e verdadeiros.
É sempre importante perguntarmos a nós mesmas, diante de uma dificuldade, se a queremos para nós. Se queremos indiferença, falta de companheirismo, falta de reconhecimento, falta do verdadeiro, falta de alegria e felicidade na relação. Pense sempre: "É isto que eu quero para mim? É isto que eu mereço? É assim que quero viver? É nisto que eu me vejo para os próximos anos?".
As respostas vão depender das escolhas, e estas vão depender daquilo que nós quereremos e sonhamos para nossas vidas dentro de um relacionamento.
A resposta está dentro de nossas almas...
As dificuldades são encaradas de formas diferentes entre nós...Isto ocorre de acordo com nossos valores de referências que são formados principalmente pela: educação, família, cultura, profissão, filosofia de vida e religião. Por isto, a evolução da sociedade como um todo, também traz modificações em relação ao "amor que supera tudo".
São os valores e as crenças internas que os motivam para uma ou para outra condição. Uma pessoa que tem medo de solidão pode confundi-la com amor e passar por cima de tudo e manter a relação; outra pode querer manter uma condição social ou financeira e em nome disso dizer que ama e que perdoa tudo; outra pode pensar que os filhos crescerão em uma família desfeita e que por isso sofrerão; outra pode se achar incapaz de se relacionar novamente e aceitar o que está ruim, dizendo que faz isso porque ama...
Desta forma, fica difícil separar o amor de todos os conteúdos internos mal resolvidos e jogar para o amor a força da aceitação, quando muitas vezes a aceitação vem da fraqueza perante o de se sentir incapaz de transformar tais conteúdos.
Assim, penso que o amor deve superar aquilo que em nós é de acordo com nossos ideais de crescimento dentro da relação, aquilo que não é contra, que não fere de fato os valores que nos sustentam como seres dignos e verdadeiros.
É sempre importante perguntarmos a nós mesmas, diante de uma dificuldade, se a queremos para nós. Se queremos indiferença, falta de companheirismo, falta de reconhecimento, falta do verdadeiro, falta de alegria e felicidade na relação. Pense sempre: "É isto que eu quero para mim? É isto que eu mereço? É assim que quero viver? É nisto que eu me vejo para os próximos anos?".
As respostas vão depender das escolhas, e estas vão depender daquilo que nós quereremos e sonhamos para nossas vidas dentro de um relacionamento.
A resposta está dentro de nossas almas...
